EBOLA – Epidemia do Medo

          A Doença pelo Vírus Ebola – DVE, marcou a história do mundo em 2014 com o surto
na África Ocidental, porém, o vírus é bem mais antigo, há relatos que “A Praga Ateniense” estava ligada ao Ebola. O vírus foi diagnosticado em seres humano, em 1976, em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região próxima do Rio Ebola, de onde vem o nome desse vírus. A epidemia de 2014 teve seu início em março, vários países foram afetados, com ênfase em três países da África Ocidental: Guiné, Libéria e Serra Leoa. A Organização Mundial da Saúde – OMS em parceria com outros atores internacionais e locais conseguiram controlar o surto em 2016, e o fim da emergência foi declarado.

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            O vírus possui cinco espécies diferentes e quatro delas causam doença no ser
humano. Entrar em contato com sangue, secreções ou outros tipos de fluidos corporais são maneiras de contrair o vírus, que também pode ser transmitido sexualmente. O sintomas não são claros, uma vez que estes são bem parecidos com algumas síndromes febris, a DVE é difícil de se diferenciar de doenças como malária, febre tifoide e meningite, o que faz com que o diagnóstico seja difícil. Dessa forma o Ebola seria diagnosticado em um laboratório diante de testes específicos.
          A OMS vem acompanhando esse surto e juntamente com o Ministério da Saúde da
Guiné, Médicos sem Fronteiras e o Instituto Norueguês de Saúde Pública desenvolveram
uma vacina experimental que teve alto desempenho contra o vírus, em um procedimento na Guiné. A vacina chamada rVSV-ZEBOV foi testada em 11.841 pessoas em 2015. E entre 5.837 pessoas que receberam essa vacina nenhum caso de Ebola foi registrado em dez dias ou mais após a vacinação.
         À vista disso a OMS obtém uma série de mecanismos para maior monitoramento e
vigilância, e ressalta a importância da participação da comunidade no processo de controle dos surtos para que haja prevenção e controle. Umas das formas de prevenção seria a conscientização para alertar sobre como se contrai esse vírus, quais são os sintomas, medidas de proteção, como a vacina. A OMS disponibiliza o documento que possui orientação para o controle de surtos do vírus Ebola e Marburg que pode ser encontrado nesse link: http://bit.ly/2tTq5IF
         REFERÊNCIAS
ISTOÉ. A praga de Atenas. Disponível em:
<http://istoe.com.br/5565_A+PRAGA+DE+ATENAS/&gt; Acesso em 20 de junho de 2017.
MÉDICOS SEM FRONTEIRAS. Ebola. Disponível em: <http://www.msf.org.br/o-que-
fazemos/atividades-medicas/ebola> Acesso em 20 de junho de 2017.
ROBERT KOCH INSTITUTE. The Ebola virus disease outbreak in West Africa 2014-
2015. Disponível em:
situation_summary.html>
SAMPAIO, João Roberto Cavalcante, SCHÜTZ, Gabriel Eduardo. A epidemia de doença
pelo vírus Ebola de 2014: o Regulamento Sanitário Internacional na perspectiva da
Declaração Universal dos Direitos Humanos. 2016.
WHO. Ebola virus disease. Disponível em:
WHO. Ebola virus disease – Democratic Republic of the Congo. Disponível em:

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